O romantismo é um dos pilares de sustentação do casamento, que, infelizmente, há muito vem sendo negligenciado. É triste dizer, mas o que mais vemos hoje são casamentos de “fachada”, aqueles que mostram uma felicidade aparente para a sociedade, entretanto, entre quatro paredes, o clima entre o casal é outro.
Lembro-me de ter lido um livro em que o autor descreveu uma história dizendo que: O marido pediu a esposa que no dia seguinte arrumasse bem a casa e preparasse um jantar especial, pois eles teriam uma visita ilustre!
A esposa prontamente fez de tudo para agradar a tão esperada visita, no entanto, quando a campanhia tocou, era apenas o seu marido! Ela ficou decepcionada!!! Então o marido lhe disse: "será que eu não sou mais importante pra você? A quanto tempo estamos casados e você nunca mais tinha se vestido assim pra mim, nunca mais tinha feito um jantar tão elegante assim pra nós!" Nesta hora o silêncio falou mais alto!!!
Esta é uma história bem simples, porém significativa e nos deixa uma grande lição: o cuidado mútuo entre os cônjuges deve ser cultivado a cada dia. Quantos casais não sabem mais o que é namorar ou o que é sair de mãos dadas? Parece papo de pré-adolescentes apaixonados. Não, não mesmo. E se engana quem pensa assim, pois o romantismo não é privilégio restrito aos casais mais jovens, pois cada idade tem o seu esplendor e o coração jamais envelhece.
É interessante observar que no período de namoro é fácil colocar o romantismo em prática. Presentes pra lá e pra cá, elogios, bilhetinhos e cartas de amor, palavras de incentivo, demonstrações de carinho e afeto. No entanto, depois de casados, muitos casais parecem desaprender as diversas linguagens do amor. Começam as cobranças, as trocas de ofensas, as irritações constantes por causa de pouca coisa. O romantismo cede espaço para o desgaste do relacionamento. Com o tempo, marido e mulher perdem o desejo um pelo outro.
Assim como este marido da história teve a idéia de surpreender a sua esposa, fazendo-a refletir sobre o que estava acontecendo entre eles, da mesma forma precisamos ter força de vontade para investir no casamento. Há quanto tempo você não diz “Eu te amo” para o seu cônjuge? Talvez, nos últimos anos, você tenha se dedicado mais a outras coisas como trabalho, amizades, jogar bola, sair sempre sozinho e, principalmente, subtraindo o tempo que você teria para dialogar com seu cônjuge e filhos pelas infinitas horas em frente à TV. Um bom diálogo também faz parte do romantismo.
Não importa o mau tempo e nem o passar dos anos. Em Deus tudo se renova. O romantismo independe de uma data especial para ser colocado em prática. Por isso, transforme o seu “Dia do Nada” em uma data para lá de especial. Curta o seu cônjuge. Os resultados serão surpreendentes. Experimente!
Graça e paz amigo-irmão em Cristo!
ResponderExcluirSeu texto é lindo. O casamento hoje necessita de expressões românticas e de zelo. Concordo plenamente com as suas colocações. Investir no casamento é necessário, pois se o amor esfriaria nos tempos finais, saber disso é não significa concordar e aceitar. O esfriamento do amor atinge principalmente o casamento e precisa haver AQUECIMENTO nas relações. O beijo, o toque, o carinho e o sexo com paixão e prazer. Isso é a manutenção do casamento sadio e cristão. Que Deus te abençõe e continue a iluminar seu entendimento nos abençoando com textos verdadeiros como esse.
Fábio Menen
Valeu pelo incentivo mano!
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